domingo, 1 de agosto de 2010

quem sou eu, na íntegra

Por que, obviamente, eu e minhas várias observações excedemos o limite de caracteres. Mas o texto completo ficou muito mais a minha cara. Ainda assim, somente uma pincelada do que eu penso de mim.

QUEM ÉS TU?

Eu? Lua Dallagnol Cezimbra.

Sim, é Lua mesmo. Não é um diminutivo de Luana nem algum tipo de “pseudônimo”. Dizem que o nome influi na personalidade da pessoa (dizem né?)... Se influencia ou não, não sei. Sei que gosto muito do meu nome e, por mais clichê que pareça, sou o tipo de pessoa “de lua”. Isso explica o fato de eu apagar de mês em mês os posts desse blog aqui – uma das manias que pretendo deixar de lado.
Lua é coisa da minha mãe, a pessoa mais amável que já conheci (sério!). Dallagnol é italiano e tá escrito errado, era pra ser Dall’Agnol... mas não é. Cezimbra é português e, na verdade, é uma longa história. Não tenho apelidos, com exceção de “moon”, que, convenhamos, nem dá pra considerar um apelido (a criatividade dos meus amigos me surpreende).
Gosto de escrever. Se você mexer nos meus cadernos e blocos de anotação verá comentários aleatórios no topo das páginas. Às vezes acho que eu seria uma boa escritora de livros de auto-ajuda (uau!). Às vezes acho que eu seria uma boa psicóloga também (e daí?). Ah sim, isso é por que tenho a mania – mas eu até gosto dessa mania – de ficar observando e analisando quase todo mundo... Mesmo não sendo psicóloga, sou uma boa amiga. Pelo menos eu acho que sou.
E o que mais eu acho que sou? Uma cabeça-dura, idealista, romântica, um tanto confusa, pouco racional, muito impulsiva e extremamente indecisa. Louca sim... mas como lindamente disse Oswaldo Montenegro (meu pai é a cara dele!) “que a minha loucura seja perdoada, por que metade de mim é amor e a outra metade... também!”

E antes que se perguntem... meus pais nunca foram hippies, mas com certeza eu teria sido se vivesse naquela época.

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